Player Profile

Pedro Sena

Goleiro

Nome :Pedro Sena Dos Santos
Nacionalidade :Brasileiro
Data do Nascimento :30/12/1999
Altura :1,87 m
Peso :80,5 kg
  • GOLPosition
  • Games Played
  • Minutes Played
  • Starts
  • Substitution On
  • Substitution Off
  • Passes
  • Passing Accuracy
  • Passing Accuracy opp. Half
  • Duels Won
  • Duels Lost
  • Duels Won (%)
  • Aerial Duels Won
  • Aerial Duels Lost
  • Aerial Duels Won (%)
  • Recoveries
  • Tackles Won
  • Tackles Lost
  • Tackles Won (%)
  • Clearances
  • Blocks
  • Interceptions
  • Penalties Conceded
  • Fouls Won
  • Fouls Conceded
  • Yellow Cards
  • Red Cards
  • Goals
  • Penalty Goals
  • Minutes Per Goal
  • Total Shots On Target
  • Total Shots Off Target
  • Shooting Accuracy
  • Successful Crosses
  • Unsuccessful Crosses
  • Successful Crosses (%)
  • Assists
  • Chances Created
  • Penalties Won
  • Offsides

NOME COMPLETO: Pedro Sena Dos Santos
DATA DE NASCIMENTO: 30/12/1999
CATEGORIA: sub-20
NACIONALIDADE: Brasileiro
NATURALIDADE: Salvador (BA)
ALTURA: 1,87 m
PESO: 80,5kg
POSIÇÃO: Goleiro
PÉ DOMINANTE: Esquerdo
ÍDOLO NO FUTEBOL: Gianluigi Buffon (ITA)
ÍDOLO NA VIDA:  Avô
CLUBES POR ONDE PASSOU: Bahia-BA (2013), Jacuipense-BA (2014/2015) e Santa Cruz-PE (2016)
TÍTULOS:
NO OLÍMPIA DESDE: Março/2017
SOBRE O ATLETA: Comecei minha trajetória no futebol aos 11 anos. Pedi para minha mãe me colocar em uma escolinha perto de casa e comecei a treinar. No final do ano de 2012, houve uma “peneira” do Bahia na minha cidade e, com isso, me empolguei bastante com a oportunidade. Até que chegou o dia e eu não tinha nenhum tipo de material que um goleiro precisa para poder trabalhar. Lembrei que tinha um amigo que também era goleiro, só que bem mais experiente e possuía os equipamentos. Fui até a casa dele, rezando para que ele não fosse para o teste, para que pudesse usar o material. Consegui e fui um dos que passei, seguindo assim para os testes no Fazendão, CT tricolor.

Fui avaliado durante três dias e, no último, fui aprovado pelo preparador de goleiros da época, o Chulipa, que pediu que eu voltasse no ano seguinte. Fiquei no clube durante seis meses, período o suficiente para eu pagar alguma base, que fui usando nos anos posteriores. No entanto, como nunca tive ninguém para me ajudar ou motivar, acabei me desanimando bastante, mas soube usar o psicológico a meu favor, na esperança de um dia poder novamente pisar em um clube.

A demora durou três anos, quando houve uma nova avaliação, dessa vez no Santa Cruz, de Pernambuco. Novamente passei. Fiquei no clube também durante seis meses, quando voltei para a Bahia e acabei sendo liberado. Fiquei sem time durante três meses, até surgir o projeto do Olímpia, onde fiz o teste e graças a Deus pude ficar.